O Pastel
Na feira é que o melhor lugar pra encontrar, todo douradinho e crocante saindo de dentro do tacho de óleo borbulhante. Pode se grande, pequeno, mais branquinho ou tostadinho e com os mais infinitos recheios.
Faz a alegria de todo e qualquer brasileiro e claro, é um produto tradicionali-si-si-mo da nossa terra. Quem é que não gosta de pastel?
Eu sou praticamente tarado, tanto que uma vez ganhei uma aposta da banca de pastel que fica em frente a PUC de São Paulo. A “brincadeira” se resumia em comer cinco pasteis especiais ( que eram fartamente recheados com carne moída e ovo cozido) e dois caldos de cana. Quem conseguisse tal façanha não pagaria a conta e provavelmente não comeria nos próximos três dias. Não vou dizer que foi fácil, mas depois de muitas horas de glutonice, me acabando naqueles pasteis maravilhosos a idéia de competição já havia ficado pra trás e tudo que eu observava e sentia e eram os detalhes tão singulares de um pastel bem feito.
Vou escrever aqui a minha receita de massa de pastel, aquela autêntica feita com pinga, que serve pra pipocar a massa e deixar ela ainda mais dourada e crocante.
Os recheios vou deixar por sua conta, mas vou dar uma sugestão: tente colocar dentro dos pasteis bobó de camarão ou feijoada. Fica divino.
Ingredientes:
1 kg de farinha de trigo
1/2 xícara de chá de óleo
1 colher de sopa de sal
1 ovo
1/2 dose de pinga
1 colher de chá vinagre
250 ml de água
Modo de Preparo:
Misture todos os ingredientes em uma tigela e amasse com as mãos. Sove bem a massa sobre uma superfície enfarinhada até que fique lisa e com elasticidade. Utilize então um rolo de massa (daqueles famosos, de bater no marido) para estica-la e deixá-la bem fininha. Corte a massa no tamanho que quiser fazer os pastéis e os recheie como quiser (lembra: de bobó ou feijuca!). Frite em óleo a 180 graus até que os pasteis fiquem crocantes e dourados, deixando escorrer então a gordura em papel-toalha.










