Chef à Porter Catering e Eventos!

Extra! Extra! Acaba de chegar na cidade o serviço de catering diferente de tudo que você já viu!

O Chef à Porter, como o próprio nome já diz, é o chef que você leva para onde quiser. Um serviço de catering personalizado que se encaixa às suas necessidades e preferencias gastronômicas.

Pra ter ele em casa é super simples. Funciona assim: Você liga no (11) 9-8409-0913 ou escreve para gustavo.chefaporter@gmail.com e conversa um pouquinho comigo, explicando qual o tipo de evento que gostaria de fazer, para quantas pessoas e qual estilo de cozinha você gostaria de servir a seus convidados. No mesmo dia você recebe um menu completo, personalizado e orçado, com opções criadas exclusivamente para o sua ocasião.

Depois é só escolher, relaxar e aproveitar! O Chef à Porter compra todos os ingredientes nos melhores fornecedores de São Paulo, os prepara em sua cozinha e serve no espaço que você escolher, contando para isso, com a ajuda uma equipe treinada de cozinheiros e garçons.

Já pensou você na sua casa aproveitando essa buy clomid lula com  salada de papaya, coentro e consommé de lagostins?

Semana Mesa SP 2011

E lá fomos nós de novo… Nessa última semana, entre os dias 24 e 28 de Outubro de 2011, aconteceu mais uma Semana Mesa SP, aquele tão conhecido evento que transforma a cidade em um mundareu de jantares e palestras sobre gastronomia. Com o tema “Brasil-Itália: a caminho de uma cozinha mais consciente” o evento trouxe diversos chefs estrelados do país da bota que mostraram através de suas criações, a procura por um caminho onde a cozinha e o bem estar do planeta estejam em harmonia. Não vou dizer exatamente o que rolou, quando e nem aonde. Mas vamos dizer que os melhores momentos (pelo menos na minha opinião) foram…

Dar algumas risadas com Dario Cecchini. Muito simpático e engraçado, o chef/açougueiro é considerado o rei da Bistecca alla Fiorentina não só por toda a Toscana onde tem seu açougue, o Antica Macelleria Cecchini, mas também por toda a Itália. É um cara bem tranquilo e que tem uma forma muito bonita, mas simples, de falar sobre aquilo que ama: carne.

Conhecer uma nonna de verdade! Valeria Piccini que comanda o Ristorante Caino com duas estrelar no guia Michelin, também é outra manteiga derretida, que responde à qualquer pergunta feita com um sorriso de orelha a orelha, além do já tradicional gesticulário italiano. Uma duçura de mulher!

Provar a entrada de Moreno Cedroni, em formato de pasta de dentes. A brincadeira aconteceu no Maní, durante um dos jantares magnos do evento. A brincadeira consistia em você escovar os dentes usando a pasta e a escova que vinham em um kit, assinado pelo chef. Quando a boca estivesse cheia de espuma (que tinha sabor de coco), ela deveria ser diluída com uma bebida que fazia parte da brincadeira. Resultado: um novo sabor era formado no bochecho, sendo a combinação elegante e cheia de personalidade. Uma idéia simples, mas que te provoca e faz pensar: Até que ponto as coisas vão?

Se esbaldar na espuma de pupunha assada com ovo perfeito, de Helena Rizzo. Nesse prato, o ovo é cozido a uma temperatura de 63 graus por cerca de duas horas, o que resulta em gema e clara na mesma textura. Pra completar os dois recebem a companhia de uma espuma de pupunha assada. Coisa fina.

No final, não tinha como aplaudir os dois de pé.

E claro, com a autorização da chef, ir até a cozinha e prestigiar quem fez a coisa acontecer.

E por último, mas não menos importante, conhecer de perto o trabalho e as idéias de Massimo Bottura. O chef da Emilia-Romagna que tem duas estrelas no guia michelin, falou sobre como é importante sonhar, ter paixão pelo que se faz, além de cultivar diariamente a humildade para chegar ao melhor resultado possível. “Não podemos deixar de olhar o passado, como uma forma de melhorar o futuro” ressaltou o chef, que tem um orgulho lindo de se ver da região onde trabalha, mora e vive sua vida. À frente do Osteria Francescana o chef trabalha seus conceitos culturais, usando produtos do seu território como o principal item de suas criações.

E foi isso!

Bom, pelo menos o que eu achei mais interessante nesses três dias de frenesi gastronômico.

O que será que vai rolar em 2012?

Mesa SP: Mesa Tendências 29/10

Tá acabando!

O último dia do Mesa Tendências não podia ser melhor. Três pessoas com trabalhos incríveis e toda uma história de devoção, carinho e respeito pela comida apareceram em seguida no palco/cozinha para mostrar suas criações, reflexões e principalmente, para emocionar. Não vou dizer quem são assim de cara para não estragar a surpresa, mas podemos ter orgulho: Dois deles são brasileiros, daqueles de dar pontadas no peito e marear os olhos.

O primeiro na verdade é uma primeira. Roberta Sudbrack subiu ao palco munida de emoção. Nada de cozimento a vácuo, nitrogênio líquido ou peraltices, mas sim respeito e reflexão pelo ingrediente, pela sua essência e o que ele é. Nada mais.

A aula começou com um vídeo produzido pela chef, onde pessoas na rua contavam como gostavam de preparar ingredientes triviais como quiabo, dando origem às respostas das mais variadas: Frito, refogado, cozido, com baba, sem baba…acho que falaram todas as opções, menos no vapor. Mas o engraçado foi quando começaram a perguntar sobre ingredientes tipicamente brasileiros como os mangaritos, que já apareceram por aqui e os licurís, produtos nacionais até a raiz, mas que não são conhecidos por grande parte da população. Uma pena.

Seguindo o caminho do uso de ingredientes tradicionais aliados a emoção e uma técnica mais afiada, Roberta criou um prato simples mais tão formidável na sua concepção e apresentação que é difícil não se emocionar.

Um quiabo – milf porn sim, um quiabo mesmo, inteiro – recheado de lâminas de camarão semi-cozido e caviar vegetal, que nada mais era do que as sementes do caviar junto com a sua “baba”, que garantiam a tudo uma textura e brilho muito parecidos com a do peixe.

A execução não poderia ser mais simples, preservando assim todo o sabor e cor do vegetal. Em uma frigideira bem quente os buy generic propecia online quiabos foram tostados junto com um fio de óleo até ficaram cozidos. Em seguida, um corte no sentido do comprimento foi feito e todas as sementes raspadas com a faca: Estava ali à primeira obra, o “caviar”.

Em seguida camarões que passaram segundos – sem exagero, foram realmente segundos para que não perdessem a textura suave e macia – foram cortadas em lâminas muito finas e colocadas dentro dos quiabos, mantendo assim a sua forma e aspecto original.  Os quiabos então foram levados para a geladeira pra que ficassem com a forma mais firme, e depois arrumados com todo o cuidado dentro do prato do serviço. O caviar não podia faltar e guarneceu o topo do quiabo. De tão bonito parecia mais uma obra de arquitetura moderna. O auditório explodiu em palmas, ressaltando o trabalho e valorizando cada vez mais essa que é uma poetisa do fogão.

Quiabo e camarão

Seguidos de todos os gritinhos, aplausos e afobações, veio o trabalho de outro mestre da cozinha brasileira. Com muita técnica e munido de um ingrediente que ninguém nunca tinha ouvido sequer falar – a priprióca –  Alex Atala começou a sua aula com uma homenagem muito bonita a outro mestre, que já tive o prazer de conhecer e trabalhar junto nos tempos em que estagiei pelo D.O.M.. Geovane Carneiro é uma das pessoas – se não a mais – calma que eu conheço. Em uma cozinha em ebulição com cozinheiros voando entre panelas e frigideiras ele era sempre um poço de calma, organizando a saída dos pratos da cozinha para o salão como um balé, sempre com todos impecáveis em apresentação e composição. É alguém que não aparece, não tem seu nome exposto no mercado, mas é primordial no andamento do restaurante.

Os Dois Chefs do D.O.M.

Seguido da homenagem, uma série de pratos começaram a ser preparados de uma forma rápida e precisa. Entre todos eles o que me chamou mais a atenção – e imagino que de todos os outros comensais presentes também – foi o ravióli de limão e banana ouro, somado a priprióca.

Tendo buy clomid na verdade mais cheiro do que gosto a tal especiaria amazônica é usada na indústria de perfumes, devido a sua potencia aromática. Você alguma vez já teve um daqueles perfumes que tinha notas bem amadeiradas? Que parecia uma coisa de floresta? Então, essa é a priprióca!

Pensando nesse aroma mas com a intenção de comer ele, Alex desenvolveu um spray que como um perfume foi usado só pra dar um cheiro, um buquê ao prato. No pudim de leite ao perfume de priprioca com ravióli de limão e banana-ouro, o “perfume” se completa a preparação com maestria.  A escolha dos ingredientes não foi por acaso: segundo um perfumista consultado por Atala, as melhores combinações para a raiz amazônica eram o cítrico a banana e o lácteo que estavam presentes na receita.

Mas daí você vai me perguntar: Tá, mas e o resto dos pratos?  O levitra online que ele fez? Vou falar que tiveram mais uns quatro ou cinco, todos contendo a priprióca de alguma forma, mas não prestei muita atenção neles. O que me tocou mesmo foi o perfume que exalava da nossa floresta e o respeito e amor entre dois seres humanos que compartilhavam da mesma paixão. Isso é comida pra alma.

Seguindo a mesma linha de alimento pra alma, Olivier Roellinger, um dos maiores chefes da atualidade na França não cozinhou, mas declamou. Ao lado de Alex e munido das palavras das mais doces o cozinheiro priligy online ressaltou a importância de um simples ato: O de se soltar.

Foi através dele que os europeus se libertaram e encontraram no meio do caminho para as Índias a rocha que é a América. Não encontraram especiarias como queriam, mas ingredientes novos que mudariam para sempre os cursos da gastronomia como a batata e o tomate.

Somente através do ato de se soltar é que se é livre de fato pra criar, sonhar, viver e perceber que cozinhar não são só panelas, facas e fogões, mas sim entrega, paixão e vida. Nada existe sem esses elementos.

Ovacionado por ondas e ondas de mais palmas o chef consegui alimentar uma platéia inteira só com palavras.

Técnicas — Tags:, , — Gustavo @ 7 de dezembro de 2009
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