Alho Negro: Qual é o gosto afinal?

Então tá.

Eu já peguei na mão, olhei, cherei, abri, cortei, cherei de novo e provei. Agora é hora de inventar.

Apesar de ficar esquentando a chaleira com um prato onde poderia colocar o alho negro e criar um sabor novo combinando outros ingredientes, preferi somente preparar uma massa bem simples com sal, pimenta do reino, azeite, além do alho, e observar como ele se relacionava com seus novos companheiros de panela. O que saiu foi mais um estudo de observação e análise, que também serviu de almoço no sábado.

Massa com Alho Negro (mais um estudo do que almoço)

Ingredientes

– 4 dentes de alho negro

– 200 gr de massa a sua escolha (eu usei Bavette, mas você pode escolher aquela do seu coração)

– 50 ml de azeite de oliva extra virgem

– Sal a gosto

– Pimenta do reino moída na hora a gosto

Modo de Preparo:

Comece cozinhando o macarrão seguindo a regra clássica ( 100 gr de massa = 1 litro de água + 15 gr de sal). Para 200 gr de massa, ferva 2 litros de água em uma panela grande, com 30 gr de sal. É sempre legal seguir essas regras, pois você não perde tempo e garante um macarrão de primeira, independente do tipo de massa que você for usar. Cozinhe a massa sem pressa ou afobação, escorrendo-a quando estiver al dente. Reserve.

Com a massa ainda quente descasque os dentes de alho negro. Corte dois deles em lâminas finas e deixe o resto inteiro, afinal, isso aqui é um estudo! Estamos procurando qual é a melhor forma de usar o bendito.

Com os alhos cortados, aqueça uma panela e junte a ela a massa…

E mande por cima os alhos cortados, temperando com sal e pimenta do reino moída na hora a gosto.

Mexa a massa pra que os alhos fiquem distribuídos nela, desligue o fogo e tampe a panela por cerca de 3 minutos. A idéia nesse momento e fazer com que o calor da massa libera, aqueça o alho e faça com que esse lentamente migre seus sabores e aromas para a massa. É importante que você não abra a tampa, pois aquela fumaça perfumada é que irá ajudar a mágica a acontecer. A curiosidade é grande, mas deixe a tampa fechada!

Depois dos três minutos, chega a melhor parte:  Servir a massa. Quando você retira a tampa, uma nuvem de vapor salta da panela e perfuma todo o ambiente, enchendo a sala de cheiro. Se você for fazer a receita em um jantar, essa é uma boa parte pra fazer na mesa, despertando o interesse e aguçando a fome e curiosidade dos comensais sobre o novo ingrediente.

Sirva a massa bem quente, acompanhada de um fio de azeite extra virgem.

A massa ficou bastante interessante, apesar de simples. Com o tempo de descanso dentro da panela, todo aquele vapor funcionou como uma câmara de defumação, onde os aromas e sabores do alho se desprenderam a passaram para a massa.  Apesar do cheiro e aroma do alho serem bastante pronunciados, a massa não absorveu grandes parte desse aroma e sabor ficando bastante leve e não enjoativa, que era um dos meus maiores medos. O gosto mais potente do alho aparece só quando você morde algum dos dentes, revelando uma agradável surpresa.  Imagino que deva ficar muito bom como acompanhamento de carnes mais suaves como uma codorna ou uma barriga de porco, daquelas confitadas de derreter na boca.

E você, acha que vai bem com o que?

Alho Negro: Estudos e Observações

Finalmente!

Depois de muito tempo consegui colocar as mãos no famoso alho negro! Já tinha lido inúmeras matérias sobre o produto mas nunca tinha conseguido encontra-lo em nenhum lugar. Quem me ofereceu foi a querida Nathalia Yamauti do Bistrot Pregui que encomendou o produto e me deu uma parte pra que eu pudesse chamar de meu.

Peguei a encomenda e segui pra casa feliz. Cheguei, tirei o casaco e fui abrindo animado o pequeno saco de papel branco onde estavam três cabeças do ingredientes. Enfiei a mão no saco e tirei com cuidado um dos alhos.

De cara você vê que é um alho, mas com algumas diferenças que dão características muito particulares ao ingrediente: Primeiro é o aroma, com notas defumadas e doces que perfumam todo o ambiente na mesma hora que você tira o alho do saco. É tão cheiroso, mas tão cheiroso que você sente vontade de colocar na gaveta pra perfumar as roupas. Ele também é bem mais leve que as cabeças de alho que estamos acostumados a comprar no mercado, o que deu a deixa pra supor que pra chegar nesse ponto, o alho passaria por algum processo de desidratação. A casca é bem fina e tem uma coloração cor de terra, que se solta com facilidade.

Por fora ele já era lindo. Agora por dentro…

É bizzaro…mas de uma maneira maravilhosa e surpreendente! Os dentes de alho tem uma cor preta muito forte e uma textura macia e bastante maleável. O aroma é muito mais pronunciado, composto por diversas notas delicadas que passam por doce, defumado e agora presente, ácido. Boas assossiações podem ser feitas – ao meu ver – com redução de vinagre balsâmico, chocolate, cogumelos e defumados.

Provei puro um dos dentes de alho e pra minha surpresa, muitos dos aromas que senti estavam presentes no sabor, sendo o primeiro impacto causado pela redução de vinagre balsâmico, evoluindo para defumados e cogumelos, lembrando ao final um sabor leve de chocolate.

Fiquei curioso em saber se aqueles aromas eram persistentes ou voláteis ou seja, se depois de trabalhado o ingrediente permanecia com as mesmas características ou se os aromas desapareciam com o tempo. Pra testar minha hipótese, fatiei o alho em diferentes espessuras e deixei ele repousar por 10 minutos.

Depois dos 10 minutos voltei aos alhos e o cheiro deles me parecia mais enfraquecido, sendo ainda presente, claro, mas sem aquele buquet que existia no começo e invadia e perfumava o ambiente inteiro, restando apenas um aroma que se resumia ao particular de cada pedaço. O sabor sofreu leves alterações, sendo ainda muito presente o doce, sendo as características de cogumelos e defumado bastante enfraquecidas e o de chocolate não mais perceptível. Não houve perda de coloração, textura ou observação de mais nenhuma alteração.

Não coloquei os alhos negros em ação em nenhuma receita ainda, mas como só fatiei alguns dentes, tenho ainda muitos pra ver como ele irá se comportar quando sofrer influência do calor. Não decidi ainda o que vou preparar, mas vou optar por algo simples, que acompanhe de braços dados esse excepcional ingredientes e que sirva de base pra sua projeção.

O final de semana vai clomid online ser de experimentos lá em casa…

Ingredientes — Tags:, , , , , , , — Gustavo @ 6 de agosto de 2010

Risoto de Tomate, Rúcula e Mussarela de Búfala

A história começou assim: “Gus, comprei um band hero, daqueles que vem com bateria, guitarra…não quer vir aqui em casa jogar não?”

Se você não sabe o que é o band hero, vou lhe contar. Imagine aquela sensação gostosa de Angus Yang onde você sola e rebola com a guitarra de plástico nas mãos, multiplicada por uma bateria e um microfone no mesmo estilo. Acrescente músicas como “Highway to Hell”, “Love in Elevator”, cervejinhas geladas, amigos e você têm uma noite perfeita em uma quinta-feira quente.

No calor só tenho vontade de comer coisas leves e que não pesam muito no estômago, mas com tanta gente pra alimentar – estamos falando de uma “banda” por aqui – preparei algo que deixasse o povo de pé, só que sem se arrastar pelos cantos como uma jibóia que acabou de comer um bezerro. A solução foi um risoto de tomate.

Risoto de Tomate, Rúcula e Mussarela de Búfala

Ingredientes:

– 300 gr de arroz arbóreo

– 1 maço de manjericão

– 1 maço de rúcula

– 2 cabeças de alho

– 2 latas de tomate pelado

– 1 pacote de buy clomid mussarela de búfala (daquelas pequenas)

– 50 ml de vinho tinto (não precisa ser de primeira, só pra cozinhar mesmo)

– 30 gr de manteiga gelada

– Azeite de oliva extra-virgem a gosto

– Pimenta do reino moída na hora a gosto

– Sal a gosto

Modo de Preparo:

Esse risoto segue o modo clássico de preparo que eu já ensinei aqui no blog, só mudei o líquido de cozimento. No lugar do caldo, usei molho de tomate.

Começa assim…Pique as duas cabeças de alho em pedaços médios. Dessa forma você garante que ele cozinhe lentamente, soltando seus óleos naturais no azeite da panela e não queime e amargue o molho.

Não precisa picar muito não...

Em uma panela aqueça o azeite de oliva e frite o alho até que fique dourado.

Cuidado pra não amargar!

Bata no liquidificador as duas latas de tomate pelado até que fique um molho liso, sem pedaços grandes  e junte ao alho. Pronto! Você já tem o elemento “molhado” que vai cozinhar o risoto.

O propecia online elemento "molhado

Agora é aquela base clássica, só que com outra pequena mudança.  No lugar da cebola, entra mais uma vez o alho. Em outra panela – essa tem que ser grande! – aqueça mais azeite de oliva e frite-o até que fique dourado. Junte então o arroz, o vinho e mexa por alguns minutos para liberar o amido. Quando o cheiro de álcool desaparecer, comece a juntar o molho de tomate aos poucos.

Solte todas as folhas do maço de manjericão

Manjericão!

E acrescente ao risoto para que o sabor seja liberado aos poucos, durante o cozimento do arroz.

Tem buy levitra online que ser devagar...

Agora é seguir o processo de cozimento…Nada de pressa, relaxe! Mexa sempre o buy priligy online risoto pra que ele cozinhe de forma uniforme e ganhe uma textura cremosa. O ponto do risoto é algo bem pessoal…mais firme, mais macio. Fique livre pra deixar da forma que você preferir, afinal, ele é seu

Quando ele chegar no ponto certo, desligue o fogo e acrescente a manteiga gelada. A manteiga vai dar um brilho bem bonito e realçar ainda mais o vermelho do tomate, que vai estar incrível a essa altura do campeonato.

Agora vem o truque…Despeje o risoto em uma propecia online travessa plana, afunde nele as bolinhas de mussarela de búfala….

É só afundar...

E cubra com as folhas de rúcula.

Só mandar a rúcula por cima e pronto!

Com o calor do risoto, a mussarela vai derreter levemente e ficar cremosa. A milf porn rúcula vai dar aquele chute na porta com uma textura mais crocante e um sabor bem picante…

Happy Times!

O complicado é voltar pra bateria depois disso tudo.

Desce a mão fernando!

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