Dieta é uma merda, mas dá pra enganar: Bife de berinjela

Fazer dieta é uma merda.

O que dizer da vida sem manteiga, azeite, queijos amarelinhos e macios? E pão então? Cerveja, vinho, macarrão, costelinha de porco, copa lombo, torresmo, o porco inteiro. Maionese, béarnaise, almondega, misto quente transbordando de recheio. Um prato sem fim de arroz, feijão, ovo frito e carne moída, leite de coco. Sorvete, meu deus. sorvete! Chocolate, baunilha, doce árabe, fio de ovos, doce de leite, de figo verde em calda, queijadinho, pudim de leite.

Enfim….

Com a dieta, tudo isso meu chapa, tudo isso já era! Bom, pelo menos enquanto você for fiel a ela e não acabar devorando de pijama, no meio da noite enquanto ninguém olha, um pudim de leite inteiro ou um strogonoff gelado, mas ainda sim bom pra cacete.

Mas calma, não precisa entrar em depressão e correr por Lexotan com vodca. Você ainda pode se salvar! Claro, não vai ser a mesma coisa que uma feijoada com todos os acompanhamentos ou aquela pizza transbordando de mussarella. Mas dá pra enganar bem.

E qual o segredo pra não se inforcar com um cinto!? Só usar a imaginação! Com ingredientes simples, mas cozinhando de uma forma um pouco diferente das famigeradas e toscas dietas que nós vemos por aí, você consegue um resultado bastante decente, como esse bife de berinjela.

Bife de berinjela

Ingredientes:

– 1 berinjela pequena

– 1 cebola pequena

– 3 dentes de alho

– 1 ovo caipira (por que você não quer comer todos aqueles hormônios do ovo comun)

– 1/2 pimenta dedo de moça

– Azeite de oliva extra virgem a gosto

– Salsinha a gosto

– Sal a gosto

Modo de preparo:

Bom, antes de começar a picar os vegetais como se não houvesse amanhã, vamos a reflexão que vai fazer a receita dar certo: Pra que você consiga ter um bife a partir de uma berinjela (o que parece ser improvável) todos os ingredientes tem que estar em pedaços pequenos.

Não precisa ser microscópico, claro, mas ao misturar todos eles você tem que ter uma massa firme, uma pasta que possa ser moldada no formato de um bife. Não vale colocar farinha de trigo, miolo de pão, muito menos farinha de rosca pra dar o ponto certo, afinal, aí não seria mais uma dieta e você estaria liberado pra bater aquele virado a paulista, no buteco da esquina.

Tendo isso tudo na cabeça, corte primeiro a berinjela em cubos pequenos…

e depois a cebola, picando também no mesmo temanho. Aqueça então uma frigideira com um pouco de azeite de oliva extra virgem e frite, em fogo alto, a cebola até que ela propecia online começe a pegar uma cor.

Já tá douradinho? Junte o alho bem picado e frite por mais alguns minutos, até que ele fique da mesma cor que a cebola.

Com todo mundo na mesma cor dentro da panela, é hora da berinjela!

Como o cebola e o alho, frite a buy priligy berinjela em fogo alto até que ela fique bem tostada. Desligue então o fogo e reserve a mistura dentro de um recipiente.

Deixe esfriar um pouco e junte o ovo e a pimenta dedo de moça bem picada. Termine temperando com sal a gosto….

e juntando a salsinha, também bem picada.

Misture todos os ingredientes até formar uma pasta homogênea, e em uma frigideira com fogo alto, com a ajuda de uma colher, molde um bife com a mistura.

Frite dos dois lados até que o bife ganhe uma textura firme, porém macia, e finito!

Tá bom, eu sei que o resultado não é um bife de tira sangrando ou uma bisteca com dois dedos de altura, mas garanto, o resultado é bem gostoso. Até parece – eu disse “parece” – carne.

Moça bonita não paga mas também não leva

“Não se faz boa comida com ingredientes ruins”. Acho que essa foi umas das primeiras coisas que aprendi desde que resolvi me aventurar pelo mundo das caçarolas. Precisa custar uma fortuna? Claro que não! Existe um lugar onde você pode encontrar tudo recém colhido, por um preço bastante razoável e ainda podendo pechinchar: A feira.

Feiras são coisas maravilhosas…Frutas pra provar a vontade, uma variedade incrível de ingredientes recém tirados da terra e gritos, muitos gritos. Não dá pra esquecer também o tradicional pastel e caldo de cana geladinho (o meu prefiro com limão) no final das compras.

Vou dar a dica aqui de duas feiras que costumo freqüentar, mas antes, é importante ter algumas coisas na cabeça antes de se jogar por lá:

– Faça clomid online uma lista de compras! Isso evita que você compre a feira toda.

– Nunca compre na primeira barraca em que você parar, não importa se eles tenham o que você queira e tenha a melhor cara do mundo. Ande pela feira toda olhando a qualidade e os preços. Sempre faço um esquema de “vai-e-volta”. Vou caminhando e comparando os produtos nas barracas e volto comprando aquilo que me interessa.

– Pechinche! Se você for a uma feira e não fizer isso, não existe motivo pra ir lá.

– Não seja ganho no grito por nenhum feirante! Nunca! Jamais! Eles não querem te oferecer o melhor, eles só querem o seu dinheiro.

– Coma um pastel e um caldo de cana ao sair da feira.

Lembrando sempre desses propecia online mandamentos, você estará salvo.

Agora as feiras: A primeira que merece destaque fica no bairro da Bela Vista aqui em São Paulo, na rua Herculano de Freitas, a segunda travessa a esquerda da rua Peixoto Gomide. Acontece todas as quintas-feiras a partir das 4 horas da manhã, indo até as 2 da tarde. Berinjela, abobrinha, cenoura…tem o que toda a feira tem e com uma qualidade muito boa. O que se destaca por lá na verdade são os peixes e os doces de uma barraquinha.

Na barraca dos peixes (que fica escondida láááááá no final da milf porn feira) dá pra encontrar uma quantidade grande de peixes sempre fresquíssimos. Pargo, Saint Pierre, Cavalinha, Tainha, Arraia…a variedade e grande e sempre com um atendimento atencioso, que não fica gritando na sua orelha ou tenta te empurrar o que não está vendendo bem.

Além dos peixes dá pra encontrar vôngoles, ostras (não é sempre, mas elas aparecem) e os meus prediletos, lagostins de água doce. Esse crustáceo pequeno, de cor vermelho-alaranjada, carne suave e macia é maravilhoso com manteiga de ervas ou em papilote com vinho branco e algumas raspas de limão, assados na churrasqueira. Vale aqui a dica.

Lagostins

Antes dos peixes fica uma outra barraca que lembra infância, pelo menos a minha. Goiaba levitra online das, bananadas (que disputava a tapa com meu avô), rapaduras e aqueles doces de mocotó todos coloridos fazem a festa de quem quer relembrar os tempos de criança na casa da vó e não tem medo de se lambuzar até o nariz.

Goiabada, Rapadura e Doce buy clomid de Mocotó

A outra feira acontece na rua Barão de Capanema, que é paralela a rua Oscar Freire a partir da rua Padre João Manoel nos Jardins. Acontece também todas as quintas-feiras das 4 da manhã até as 2 da tarde.

O que chama a atenção por lá e a já tradicional “Barraca do Índio”, que fica bem na entrada da feira. Pra quem vê pela primeira vez a quantidade de temperos impressiona (são mais de 50 que contei) e o próprio Índio aconselha você na compra daquilo que vai melhor com o que você quer preparar. Um do frequentadores mais famosos da barraca é o estrelado chef paulistano Alex Atala, que compra por alí  mesmo os temperos que precisa para o seu restaurante D.O.M, que fica na mesma rua da feira.

Barraca do Índio

A prefeitura tem disponível uma relação de todas as feiras livres registradas da cidade. Caso você fique com preguiça, é só procurar aqui aquela mais perto da sua casa.

Agora já pra cozinha!

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