A Coxinha Nossa de Cada Dia

Eu adoro coxinha. Amo de verdade.

E digo mais, desconfio sempre daqueles que dizem não gostar dessa maravilha do mundo da fritura. Como alguém pode não gostar de coxinha? Aquele massa macia com gosto de caldo de frango que derrete na boca, o frango desfiado e temperado no ponto certo, a casquinha crocante e dourada, o barulho angelical que ela faz quando você dá a primeira mordida.

Uma coxinha não é só uma coxinha. É a prova suprema de que:

1 – Deus existe e mora em tudo que é bom

2 – Alguém de fato sabe cozinhar, afinal, não dá pra apelar usando só massa e frango

3 – Uma pessoa sabe aproveitar de fato a vida. Costume confiar bem mais naqueles que experimentam esse glorioso quitute em um lugar novo, sem medo de ser feliz.

Foi em uma dessas mordidas novas que descobri minha nova coxinha predileta na paulicéia desvairada. Antes, todos os centavos soltos do meu bolso que somavam R$ 2.20 iam direto pra coxinha do bar BH na Augusta, que já apareceu por aqui no explendoroso e introcável sanduíche de pernil, mas tudo mudou uma noite, quando minha mulher apareceu com um embrulhinho nas mãos, com essa preciosidade em forma de quitute dentro.

Depois da primeira mordida, só consegui me sentar e pensar: “puta que pariu, que coxinha gostosa”.

Claro que não teve como não ir conhecer o lugar onde a magia acontecia.

Dá só uma olhada. Como não se amocionar? É tão perfeito e simples, como o primeiro par de peitos que você vê ao vivo.

Por baixo da casquinha crocante e da massa que derrete na boca, você tem um mar de frango. E é frango pra caralho, do começo ao fim, por que umas das coisas mais tristes sobre esse incrível quitute é constatar que ele é muito recheado na sua base (que eu gosto de chamar de “bunda”) mas rico em massa e decepção quando você vai chegando do outro lado dela.

O que não é o caso dessa, que de tão bonita, dá pra tirar uma foto, levar na carteira e apresentar como alguém da família.

Bixo, juro pra você: Deus MORA nessa coxinha.

Pra se acabar nessa delícia você só precisa ir nesse lugar, que eu adoro de coração e espírito por:

1 – Não ser hype (lembre-se: don’t beliave the Hype)

2 – Ter preços honestos para aquilo que servem (uma coxinha foda nunca vai custar R$ 1.00. Jamais.)

3 –  Ficar absolutamento lotado na hora do almoço, o que mantem o fluxo de coxinhas frescas e crocantes rolando.

Não vou ficar falando sobre como é o lugar, o que tem por lá, como são os copos, a louça, o serviço nem nada. Foda-se tudo isso.

Apenas vá lá e coma a coxinha. Você não vai se arrepender.

Baby Fruta ( o nome propecia online é meio esquisito, mas é isso aí mesmo)

Av. Paulista, 683 ( entre a Av. Brigadeiro Luiz Antônia e a Al. Joaquim Eugênio de Lima)

Fone: (11) 3288-2575

Dicas,Lugares — Tags:, , , , , , , — Gustavo @ 3 de maio de 2012

Grelha é a Nova Frigideira

Quem pensa que grelha é só lugar de picanha e linguiça, vou contar uma coisa: Dá pra fazer de tudo em cima dela. Já fiz lula, polvo, mariscos e até ostras, que dentro das conchas sem a parte de cima formam uma panelinha natural, onde os nobres bivalves cozinham lentamente no seu próprio suco. Vegetais assados dentro do papel manteiga com um pouco de manteiga, vinho branco e tomilho também ficam fantásticos, com cores bem vivas e um sabor defumado.

Até sobremesa dá pra mandar. Pêssegos, maças e pêras buy clomid ficam divinas salpicadas com um pouco de açúcar de baunilha e colocadas pra tostar na grelha bem quente. Formam aquela casquinha de caramelo, que com creme inglês, são um despautério de tão gostosas.

Mas apesar de tudo isso, vou mostrar algo bem comum:  Frango.

Preparei isso quando fiz um churrasco na casa de uns amigos em Santos e a namorada do meu primo não comia carne vermelha nem peixe – veja bem, a pessoa mora na praia e não come peixe, mas deixa isso pra lá – e queria comer frango. Claro que eu não ia só comprar o pobre coitado, jogar em cima da grelha e esperar ficar cozido, apesar da pessoa merecer. Tinha que dar um tratamento bacana sem inventar muito, já que também queria aproveitar a festa. Daí me veio à idéia.

Filé de frango com Manjerona Fresca

Ingredientes:

– 6 filés de frango grandes (não compensa fazer 2 ou 3, é um churrasco!)

– 1 maço de manjerona fresca

– 100 gr de manteiga amolecida (a textura exata é como se fosse uma pomada)

– Sal grosso a gosto

– Pimenta do reino moída na hora a gosto

Modo de Preparo:

Não enrole muito ou a cerveja vai acabar, além de perder momentos pitorescos que sempre acontecem em churrascos, como imitações de Derci Gonçalves ou caipirinhas sendo preparadas em potes de mantimentos.

C buy clomid online omece atacando o frango retirando o excesso de gordura, mas não toda, já que junto com a manteiga vão garantir que os filés fiquem úmidos durante o cozimento.

Não fure ou corte os filés ao meio pensando que eles estão muito grossos. Se você fizer isso eles vão ganhar uma cor linda, mas ficarão farinhentos e secos.  Agora se você gosta de carne bem passada, lamento, o problema é seu.

Desfolhe a manjerona mais guarde alguns galinhos inteiros sem desfolhar. Misture então as folhas, a manteiga, o sal grosso e a pimenta do reino formando uma pasta.

É só misturar!

Besunte todos os filés dos dois lados e os arrume sobre a grelha. Lembra daqueles galinhos que você separou com todo o esmero? Coloque um sobre cada filé. A idéia é que eles chamusquem de leve e passem um sabor de defumado pro frango, algo como Jordi Roca na laje.

Besuntados e prontos pra ação!

Leve a grelha a churrasqueira, que deve estar com uma cama bonita de brasas e relaxe. Enquanto o frango assa você fica livre pra acompanhar o movimento ou aquele papo sobre o pentelho do chefe de alguém. Só fique de olho pra que o fogo não fique muito alto e esturrique a ave, ou o mais importante, que ninguém mexa na grelha sem você saber.

Na brasa

Quando os filés ganharem um tom dourado, uniforme e começarem a formar  pequenas casquinhas bem crocantes, está na hora de virar a grelha. É importante que você não deixe o outro lado ficar igual, ou com toda a certeza o frango vai ficar fora do ponto. Asse o outro lado até que a carne fique firme e com uma coloração levemente – eu disse levemente – dourada.

Pronto pra atacar!

Na hora de servir, não existe muita regra. Combina bem com mostarda escura, mostarda Dijon, suco de limão siciliano ou o meu favorito, mel.

O primeiro já foi...

Ainda tem cerveja?

Dicas,Receitas — Tags:, , , , , , , , , — Gustavo @ 15 de janeiro de 2010

O Festim dos Rigueirais – Parte II

Continuando…

Depois de cozinhar todas as carnes escorra o caldo do cozimento em outra panela. Reserve as carnes na panela onde foram cozidas com ela tampada, já que sem o líquido sua tendência em ressecar é maior. O caldo vai ser usado pra cozinhar os vegetais, garantindo mais sabor ao puchero.

Olha o buy levitra online caldo aí!

Quando você começar a cozinhar, deve seguir uma regra de ouro meu caro: Todos os vegetais devem ser cozidos até o meio do seu ponto. Pode parecer bobagem, mas faz toda diferença. Se você cozer até que eles estejam no ponto correto, mesmo fora do caldo eles vão continuar cozinhando e ficarão moles e opacos. Se você deixar no meio do ponto, quando eles voltarem pro caldeirão vão ficar com as cores e texturas corretas.

O processo milf porn de cozimento deve ser feito de forma lenta e com cuidado, nada de pressa. Se você tiver pressa todo o esforço feito lá trás não vai valer de nada. Vai ficar bom, mas não aquele “bom” que faz você viajar de volta a infância. Vá com calma, aprecie o processo.

Comece pelas cenouras

As cenouras...

Depois a abóbora

A abóbora...

As abobrinhas

As abobrinhas

O repolho

O repolho

A couve, em folhas inteiras

A couve

E por último, – ufa! – as cebolas…

As cebolas

Volte então o caldo e todos os vegetais cozidos à panela das buy propecia online carnes e deixe cozinhar em fogo lento até que tudo esteja macio, mas não se desfazendo.

O acompanhamento perfeito pra mim é arroz de açafrão e uma piscina de azeite…

O prato perfeito

E uma família que eu amo mais do que cozinhar.

Eles são todos malucos, mas eu amo cada um

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