Chef à Porter Catering e Eventos!

Extra! Extra! Acaba de chegar na cidade o serviço de catering diferente de tudo que você já viu!

O Chef à Porter, como o próprio nome já diz, é o chef que você leva para onde quiser. Um serviço de catering personalizado que se encaixa às suas necessidades e preferencias gastronômicas.

Pra ter ele em casa é super simples. Funciona assim: Você liga no (11) 9-8409-0913 ou escreve para gustavo.chefaporter@gmail.com e c buy clomid onversa um pouquinho comigo, explicando qual o tipo de evento que gostaria de fazer, para quantas pessoas e qual estilo de cozinha você gostaria de servir a seus convidados. No mesmo dia você recebe um menu completo, personalizado e orçado, com opções criadas exclusivamente para o sua ocasião.

Depois é só escolher, relaxar e aproveitar! O Chef à Porter compra todos os ingredientes nos melhores fornecedores de São Paulo, os prepara em sua cozinha e serve no espaço que você escolher, contando para isso, com a ajuda uma equipe treinada de milf porn cozinheiros e garçons.

Já pensou você na sua casa aproveitando essa lula com  salada de papaya, coentro e consommé de lagostins?

Grande Hotel-São Pedro: o bom filho a casa torna

Do banco de trás do carro, tudo que dá pra ver é a linha do meio da estrada iluminada pelos faróis, serpenteando curva atrás de curva. Pela janela não vejo nada, só mesmo sombras de muitas árvores passando e alguns carros, que vem no sentido contrário. Não sinto sono, nem preguiça, mesmo já sendo madrugada. Só a vontade de ver a entrada da cidade com a placa, que por alguns anos me foi tão natural: Bem-vindo a Águas de São Pedro.

Não sei se vocês sabem, mas a alguns anos atrás me formei cozinheiro na faculdade de Gastronomia do Senac, que fica nessa pequena cidade do interior paulista. Passei lá dois anos da minha vida que nunca vou esquecer, tanto pelos professores que escancararam um mundo que eu não fazia ideia que existia, e que mergulhei de cabeça, como pelos amigos que fiz e levo comigo até hoje. Companheiros de máfia, piratas do mesmo barco.

E claro que o motivo pra voltar não podia ser diferente. Fui conhecer o trabalho de um cozinheiro que foi trabalhando, crescendo, cozinhando e depois de encostar o umbigo no fogão por um bom tempo, se tornou o Chef do Grande Hotel São Pedro: Jorge da Hora.

Esse baiano de 31 anos, fala mansa e sorriso largo tem uma história de vida incrível. Quem conta é ele, nessa entrevista pro Chef-à-Porter:

Qual foi seu primeiro contato com a cozinha?

Meu primeiro contato com a cozinha foi em casa. Sempre observei minha avó cozinhado e quando ela permitia, sempre ajudava. O bacana era saber a origem de onde vinham os alimentos. Íamos às feiras populares, principalmente a Feira de Águas de Meninos, em Salvador, uma feira maravilhosa, onde encontrávamos aromas e produtos ímpares e pessoas de com várias percepções de vida.

Quando você soube que queria ser um cozinheiro? 

Sempre quis servir as Forças Armadas. Em 1998 fui ao Senac Pelourinho-BA onde fiz o meu primeiro curso diretamente ligado a gastronomia, isso justificado pela vontade de servir ao Exercito Brasileiro. Para a minha surpresa, fui convocado a servir no ano de 1999, sendo que o fator determinante da convocação  foi ter a qualificação em gastronomia pelo Senac.

Depois do exército, trabalhei no Mosteiro de São Bento da Bahia e em alguns buffets locais. Pouco tempo depois assumi as cozinhas das Plataformas da Petrobrás do Nordeste, até sair para traçar um rumo de estudo. Nesse momento vim para São Paulo fazer o curso de Cozinheiro Chefe Internacional e a Formação de Sommelier.

Pouco tempo depois, para minha surpresa, fui convidado a assumir o Restaurante de Alunos e Funcionários do Centro Universitário Senac. Na sequência resolvi fazer o curso de Tecnologia em Hotelaria e aproveitando mais uma oportunidade oferecida pelo Senac, me tornei professor dos cursos livres e futuramente dos cursos de Graduação.

Há alguns meses assumi a cozinha do Grande Hotel São Pedro, onde venho colocando todos os conhecimento adquiridos no decorrer de todas essas experiências.

O que lhe inspira? Qual seu processo criativo para a criação dos pratos?

Tenho sempre como inspiração o prazer em contextualizar comida e buy clomid online cultura. Levo em consideração vários elementos para criar um prato. Valorização de culturas e ingredientes regionais, cores e texturas são alguns dos fatores que me ajudam no processo criativo.

E foi isso mesmo que provei no jantar que aconteceu no restaurante Engenho das Águas, que fica dentro do Grande buy priligy Hotel São Pedro e é comandado pelo chef. Entre os oito pratos da noite, aqueles que eu faria algo desonesto, sujo e ardiloso pra comer de novo de tão bom são:

Risoto de camarões ao perfume de laranja e castanha de caju: O arroz estava no ponto, bem cremoso e todos os sabores apareciam em camadas. Primeiro a laranja, depois a castanha de caju e por último as sementes de coentro, que explodiam na boca. Além do camarão, que estava bem macio e com uma cor linda.

Ravióli de abóbora com carne seca na manteiga, passas e macadâmia: A massa era fininha como véu e se desmanchava na boca. O recheio também não ficava atrás. A carne seca aparecia desfiada bem fininha, acompanhada pelo creme de abóbora. Já o molho de manteiga, passas e macadâmias estava bom, mas acho que ficaria uma brincadeira mais divertida se no lugar das passas e macadâmias entrasse a castanha de baru.

Cheesecake tropical com manga, maracujá e sorvete de goiaba com propecia online pistache: são quatro sobremesas pequenas, lindas e que combinam com harmonia. O chocolate da base do cheesecake levitra online anda de mãos dadas com o maracujá, a manga e o sorvete de goiaba, que estava bem cremoso e contrastava com o praliné de pistache que estava debaixo dele. Um despautério.

No final, fiz a única coisa que cabia: aplaudi de pé, agradeci o chef e todos os cozinheiros que prepararam algo tão especial e voltei pro quarto feliz.

A cozinha do Grande Hotel São Pedro, estava de fato, em boas mãos.

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