O pão, manteiga, porco, feijão, ovo, peixe e por aí vai, nosso de cada dia

Diferente dos outros posts, onde costumo pegar todo mundo pela mãe e ensinar todos os passos da receita, nesse vou falar sobre a pessoa que divide comigo não só a cama, as alegrias, as contas e um Dako 6 bocas lindos de morrer, mas também toda uma vida, em volta da minha paixão desde que me entendo por gente: Comida.

Não vou entrar em detalhes de como a conheci, como começamos a namorar ou coisa do tipo, porque afinal, isso não é da sua conta. O que interesse de verdade é eu tentar explicar o quanto é maravilhoso, único e raro dividir a vida com alguém que você ama, e que também ama aquilo que você ama. Deu pra entender?

É mais ou menos assim:

Seis indicadores de que você ama alguém, que também ama comida  (todos reais lá em casa)

1 – Almoça/janta duas vezes seguidas, em dois lugares diferentes, e não vê problema nisso.

2 – Os dois cultivam um frezeer lotado com todos os grupos alimentares que existem. Do tucupí a massa folhada.

3 – Conversam pouco ou nada enquanto comem, e acham isso maravilhoso

4 – Comem, sem problemas, uma feijoada no jantar (afinal, é quarta-feira)

5 – Praticamente colecionam tipos de massa de macarrão, chegando a ter mais de 15

6 – Tem uma gata (gorda) chamada farofa

Claro que toda a comida, a comilança, e tudo que a acompanha, não acontece nos restaurantes da cidade. Grande parte dela floresce na nossa propecia online cozinha, sendo tudo preparado por nós mesmos, entre os dias que vão em vem. Quando estou enrolado com algum evento, lá vai ela pra cozinha fazer o melhor peixe com molho de coco e alho poró que existe, coberto com “A” farofa de pão. Claro, com pimenta. Quando é ela que está se descabelando em frente ao computador, correndo contra os prazos das matérias, sou eu que corro pro fogão fazer a santíssima trindade, capaz de melhorar o humor dela no mais tosco dos dias: Arroz, feijão e carne moída (saladinha de tomate com salsinha também acompanha, correndo por fora).

Maaaaaassssssssss, o que acontece de vez em quando, é um pedido especial, um agrado que um faz pro outro. No meu caso, o favorito da casa até hoje é costelinha de leitão assada por uma caralhadas de horas, vinagrete de jiló, farinha de mandioca e pamonha de panela com queijo minas. Pra mim, na vida, é a única coisa que consegue ganhar de manteiga.

Já ela, prefere um fruto do mar. Pequenas moedinhas gorduchas, crocantes por fora e doces por dentro.

Vieiras.

E como fazia tempo que não acontecia um agrado aqui em casa, lá fui eu. Comprei vieiras fresquinhas, ainda vivas, e juntei com ingredientes que conheci com ela, e que hoje, não vivo sem.

O resultado foi buy clomid online esse:

IMG_9198Na foto: Vi buy clomid eiras ; vinagrete de jiló e cebola roxa ; farinha de mandioca goiana crocante

E mais uma vez, fiz a alegria de quem faz a minha vida mais gostosa e incrivelmente feliz, todos os dias.

Belém – Ainda no dia III – Tacacá no Final da Tarde + Sorveteria Cairu

Depois do momó (consulte a gíria local de Belém pra saber o que é) do almoço no Remanso do Peixe, não tive outra saída se não ir pra casa, me atirar na cama e babar de dormir por longas horas. No meio do sono – daqueles que o corpo pesa uma tonelada, mas você se sente flutuando por aí, me acordaram pra – lógico – ir comer uma das coisas pelas quais Belém é conhecida: Tacacá

Em um pulo me pus pronto, ventindo a camisa e calçando os chinelos ao mesmo tempo, indo de encontro com o fumegante caldo. Pra quem não sabe, o Tacacá serve pra  – pasmem – diminuir o calor dos quentes e cotidianos dias belenhenses. No dia em que fui tomar o quitute, a temperatura estava na casa dos agradáveis 33 graus, com uma umidade de cortar com a faca.

Feito com tucupi – aquele líquido de cor amarelo vivo extraído da mandioca, lembra? -  e guarnecido com jambu, chicória-do-pará, camarão seco e goma de tapioca, é um dos pratos mais tradicionais da cozinha paraense, sendo consumido diariamente.

Se você está pensando “mas nem a pau que eu vou tomar uma caldo fervendo nesse calor”, fique sabendo meu caro que esse é um artifício muito do bom pra aliviar aqueles dias onde o melhor lugar do mundo parece ser dentro buy levitra da geladeira. Tomando um líquido quente – água, caldo, sopa, lava, enfim – você eleva a temperatura do seu corpo e a equipara com a do ambiente externo, ou trocando em miudos, você para de transpirar e de ter aquela sensação de que vai morrer.

Com uma cor amarelo viva e guarnecido com todas aquelas coisas que descrevi acima, o caldo vem de pelar o seu da milf porn boca dentro de uma cabaça indígena, apoiado em uma cesta de vime trançado para que você não queime as mãos.

É tão quente, mas tão quente, mas tão quente, que no começo você não consegue beber direto da gamela. Então ataquei usando um palito de madeira, comendo primeiro as guarnições do caldo.

Com a coisa mais calma, consegui atacar aos goles, sorvendo direto pra dentro.

Vou fala que no começo não é fácil tomar algo muito quente em um ambiente que só dá vontade de suco geladinho e caipirinha de Cupuaçu – minha preferida – mas com o tempo, você começa a se sentir melhor e o calor fica bem mais ameno. Tanto que você para até de transpirar, coisa que eu pensei ser impossível naquelas terras. É a cultura popular em ação!

Enquanto tomava o Tacacá, vi uma vitrine com alguns salgados que de tão bonitos, fui dar uma olhada mais de perto. Acabei descobrindo alguns sabores um tanto inusitados, além daqueles que já tinha visto por aí…

Você já viu algum pastel de forno de Pirarucu com Jambu?

Ou quem sabe de buy generic propecia online Pato com Jambu?

Achei a idéia tão diferente que comprei cada um dos quatro sabores pra provar e vou dizer, se alguém tiver essa idéia por aqui vai ter muita gente deixando de comer esses salgados prontos de boteco que são de dar pena.

Terminado o Tacacá, era hora de atacar alguma coisa pra rebater a fumegante iguaria. Acabei indo na mais tradicional sorveteria da cidade chamada Cairu, que tem sabores um pouco diferentes daqueles que você já viu.

Fabricando cada um dos sabores que vende – e são mais de 50 – a sorveteria explora as excepcionais frutas amazônicas, oferecendo das mais conhecidas, até aquelas que parecem nome de remédio.

Pra não perder o costume, como você já deve ter visto por aqui, pedi um de Taperebá o qual a base era de água. Isso fazia com que a massa ficasse muito mais leve e o gosto e perfume da fruta mais pronunciados, além de buy priligy online ressaltar a cor amarelo “olha pra mim, eu estou aqui”

E foi isso. Só restava ver o final da tarde com as mangueiras balançando pelo vento e dizer tchau pra Belém do Pará, um dos lugares mais incríveis, gostosos, cheirosos e ricos que eu já vivi.

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