Você já comeu ________?

Vamos lá. Valendo uma gin tônica e uma massagem com toalha quente na cara.

Você sabe o que é isso?

Quem já levantou o braço e disse “Lagosta!” errou. Mas não por muito, fique tranquilo.

Vamos afastar um pouquinho mais a imagem. Será que agora alguém acerta?

Ainda pensando “mas que p*** é essa?”

Vamos lá, última chance. Aposto que agora você mata.

Pra quem acha que isso não é nem de comer ou resultado de algum despejo ilegal de césio 137 no litoral, apresento o Scyllarides latus, também conhecido aqui no Brasil (pelo menos em São Paulo) como “Sapata”. Esse curioso animal pode ser encontrado no mar mediterrâneo e no oceano atlântico, e como você pode ver, não tem nenhuma garra ou pinça pra chamar de sua. Por isso sai somente a noite das cavernas e pedras que habita para se alimentar de pequenos molúsculos.

Sua carne, apesar de um pouquinho diferente da lagosta, é muito saborosa e delicada, devendo ser cozida com cuidado para não ficar dura e borrachenta. 

Quando for comprá-las prefira aquelas com um aspecto brilhante, que estejam com o corpo firme e cheiro de água do mar. Sapatas, e mesmo crustáceos de uma forma geral, não estão legais quando seus corpos estão moles demais, suas patas ficam dançando no ar e seu cheiro não é dos melhores.

Bom, agora que você sabe tudo sobre esse palatável amigos do mar, seus anseios, medos e aspirações mais íntimos, vamos ao que interessa: como comê-lo.

Peça ao seu peixeiro que corte-os ao meio e tire as entranhas, que ficam na parte de cima da cabeça, nessa região escurecida. Quando chegar em casa, lave as sapatas em água corrente retirando qualquer resto das entranhas e coloque-as dentro de um escorredor de macarrão.

Reserve na geladeira, coberto com um plástico filme

Com as Sapatas prontas pra ir pra panela, se concentre no molho.

Vamos fazer pra acompanhar um “beurre blanc”, um molho clássico da cozinha francesa preparado com vinho branco, vinagre e manteiga. É um dos meus molhos prediletos, com um sabor salgado-ácido que chega ser ofensivo de tão gostoso. Combina muito bem também com peixes de carne branca como linguado ou Garoupa, ou se você for um tarado compulsivo como eu, pode comer mergulhando grandes e esponjentos pedaços de pão fresco nele.

Comece picando 1/2 cebola roxa grande.

E aquecendo uma frigideira com 50 gr de manteiga. Quando a manteiga derreter, frite a cebola nela até que fique macia e translúcida.

Junte então 100 ml de vinho branco de boa qualidade (com champagne também fica ótimo!) 50 ml de vinagre de vinho branco e reduza o fogo ao mínimo possível.

Com a ajuda de uma faca, esmague alguns grãos de pimenta do reino preta para que liberem melhor seu sabor e acrescente-os a cebola com vinho e vinagre.

Depois de 10 minutos em fogo bem baixo, o volume do vinho e do vinagre terão diminuído pela metade, ganhando uma cor levemente rosada por causa da cebola roxa e um perfume que vai preencher cada espaço da sua cozinha. Com a ajuda de uma peneira, separe o líquido da parte sólida, voltando o redução coada para dentro da frigideira.

Agora vem a parte que parece mágica, pura e sincera. Desligue o fogo e acrescente um pedaço de manteiga gelada (mas tem que ser gelada mesmo!) e bata sem parar com a ajuda de um fuet até que a manteiga derreta por completo. O resultado vai ser um molho brilhante, cremoso, aveludado e perfumado que você vai ter vontade de passar na cara de tão bom. Tempere com sal e reserve.

Com o molho pronto, cozinhe rapidamente as Sapatas em um caldeirão com água fervente por 4 minutos. E são 4 minutos mesmo! Você não deve cozinhar muito a carne ou ela ficará borrachenta, tosca e moribunda, algo que ela não é ou merece.

Com a Sapata e o molho na mão, é hora de se esbaldar: banhe a carne branquinha e delicada com o molho ainda quente, preenchendo cada um dos pequenos espaços da casca com ele. Depois, com a ajuda de um garfo, puxe a carne de uma só ver para fora, sorvendo da casca os restos de molho e sucos que o rosáceo filé de carne deixou pra trás.

Será que o buy propecia pessoal aqui em casa gostou?

Risoto de Tomate, Rúcula e Mussarela de Búfala

A história começou assim: “Gus, comprei um band hero, daqueles que vem com bateria, guitarra…não quer vir aqui em casa jogar não?”

Se você não sabe o que é o band hero, vou lhe contar. Imagine aquela sensação gostosa de Angus Yang onde você sola e rebola com a guitarra de plástico nas mãos, multiplicada por uma bateria e um microfone no mesmo estilo. Acrescente músicas como “Highway to Hell”, “Love in Elevator”, cervejinhas geladas, amigos e você têm uma levitra online noite perfeita em uma quinta-feira quente.

No calor só tenho vontade de comer coisas leves e que não pesam muito no estômago, mas com tanta gente pra alimentar – estamos falando de uma “banda” por aqui – preparei algo que deixasse o povo de pé, só que sem se arrastar pelos cantos como uma jibóia que acabou de comer um bezerro. A solução foi um risoto de tomate.

Risoto de Tomate, Rúcula e Mussarela de Búfala

Ingredientes:

– 300 gr de arroz arbóreo

– 1 maço de manjericão

– 1 maço de rúcula

– 2 cabeças de alho

– 2 latas de tomate pelado

– 1 pacote de mussarela de búfala (daquelas pequenas)

– 50 ml de vinho tinto (não precisa ser de primeira, só pra cozinhar mesmo)

– 30 gr de manteiga gelada

– Azeite de oliva extra-virgem a gosto

– Pimenta do reino moída na hora a gosto

propecia online Sal a gosto

Modo de Preparo:

Esse risoto segue o modo clássico de preparo que eu já ensinei aqui no blog, só mudei o líquido de cozimento. No lugar do caldo, usei molho de tomate.

Começa assim…Pique as duas cabeças de alho em pedaços médios. Dessa forma você garante que ele cozinhe lentamente, soltando seus óleos naturais no azeite da panela e não queime e amargue o molho.

Não precisa picar muito não...

Em uma panela aqueça o azeite de oliva e frite o alho até que fique dourado.

Cuidado pra não amargar!

Bata no liquidificador as duas latas de tomate pelado até que fique um molho liso, sem pedaços grandes  e junte ao alho. Pronto! Você já tem o elemento “molhado” que vai cozinhar o risoto.

O elemento milf porn "molhado

Agora é aquela base clássica, só que com outra pequena mudança.  No lugar da cebola, entra mais uma vez o alho. Em outra panela – essa tem que ser grande! – aqueça mais azeite de oliva e frite-o até que fique dourado. Junte então o arroz, o vinho e mexa por alguns minutos para liberar o amido. Quando o cheiro de álcool desaparecer, comece a juntar o molho de tomate aos poucos.

Solte todas as folhas do maço de manjericão

Manjericão!

E acrescente ao risoto para que o sabor seja priligy online liberado aos poucos, durante o cozimento do arroz.

Tem que ser devagar...

Agora é seguir o processo de cozimento…Nada de pressa, relaxe! Mexa sempre o risoto pra que ele cozinhe de forma uniforme e ganhe uma textura cremosa. O ponto do risoto é algo bem pessoal…mais firme, mais macio. Fique livre pra deixar da forma que você preferir, afinal, ele é seu

Quando ele chegar no ponto certo, desligue o fogo e acrescente a manteiga gelada. A manteiga vai dar um brilho bem bonito e realçar ainda mais o vermelho do tomate, que vai estar incrível a essa altura do campeonato.

Agora vem o truque…Despeje o risoto em uma travessa plana, afunde nele as bolinhas de mussarela de búfala….

É só afundar...

E cubra com as folhas de rúcula.

Só mandar a rúcula por cima e pronto!

Com o calor do risoto, a mussarela vai derreter levemente e ficar cremosa. A rúcula vai dar aquele chute na porta com uma textura mais crocante e um sabor bem picante…

Happy Times!

O complicado é voltar pra bateria depois disso tudo.

Desce a mão fernando!

Diletto, Gelato Italiano

Hoje fui dar uma volta pelo mercadão, já que precisava comprar algumas castanhas e frutas secas para o couz-couz que vou fazer no dia dos pais, além daquela paleta de cordeiro assada bem devagar, como eu sei que meu velho gosta.

Adoro passear por lá. Muitas coisas gostosas para provar nas barracas, um bom humor que acho difícil encontrar por aí, além de rever amigos/fornecedores e fazer aquelas brincadeiras hilárias ou mesmo colocar a conversa em dia.

E por falar em esquentar…O que é esse calor que está fazendo? Vindo de lugar nenhum, um pico do mais verdadeiro verão carioca invadiu a cidade e pelo menos pra mim, deixou as pessoas mais alegres e falantes, deu uma oportunidade de andar de chapéu Panamá, além de abrir o leque das gostosuras frias que posso experimentar. E foi lá mesmo no mercadão que me deparei com uma delas. Na verdade quando eu vi não pude muito acreditar, fiquei parado ali, embasbacado e com cara de criança.

Em uma esquininha simples do mercadão, achei uma geladeira de picolés Diletto.

Surpresa!

Tinha ouvido o lado italiano da família (Nota: Eu tenho quadro lados, onde converso sobre comida. Mas conto essa história outro dia) dizer que eram divinos e comentaram sobre simpático urso polar símbolo da marca.

Claro que fui lá conferir. Pedi primeiro um de gianduia. O sorvete é de uma leveza e delicadeza absurda e nada carregado no açúcar, que era a minha principal preocupação.

Gianduia!

Não dava para tomar só um, e na sequência ataquei um de framboesa que estava um escândalo de gostoso. Mais uma vez o açúcar se fazia secundário e o sabor da fruta explodia.

Atacando o de framboesa

A história toda dos picolés começou com o Sr. Vittorio Meneghini Scabin em 1922 no vilarejo de Sappada, na região do Vêneto na Itália. Na época da guerra o negócio foi forçado a vir para terras brasileiras e hoje, são os netos que mantém firme a tradição e a qualidade dos picolés. Além dos sabores que provei, existem ainda: morango, abacaxi, papaia e manga, limão siciliano, chocolate italiano, pistache, cappuccino, tiramissu, coco malásia e menta com chocolate.

Mais sabores...

Um outro lugar para se encontrar os picolés é no Empório Santa Maria, que fica ali Av. Cidade Jardim, 790 no buy clomid jardim paulistano, se bem que tomar o picolé no mercadão tem outro gosto.

Eu prefiro buy clomid online por lá.

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